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Este conteúdo apresenta um resumo da publicação de Canaltech. Para conhecer os detalhes e acompanhar eventuais atualizações, consulte a fonte original.
Criminosos usaram agentes de inteligência artificial (IA) para invadir órgãos governamentais brasileiros, com operações conduzidas quase sem intervenção humana. O grupo responsável pelos ataques desenvolveu duas estruturas próprias para automatizar as invasões , com diferentes níveis de autonomia. As informações fazem parte de um relatório da empresa de cibersegurança CrowdStrike. Uma das estruturas segue um roteiro predefinido durante o reconhecimento dos alvos, mas deixa a IA escolher a próxima ação entre as opções disponíveis. A outra oferece autonomia total e o agente executa procedimentos por conta própria ou distribui tarefas entre diferentes agentes especializados, que trabalham simultaneamente. As operações usaram principalmente modelos da família Claude , como Claude Opus 4.8 e Claude Sonnet 4.6. Para evitar interrupções, o operador também configurou acessos alternativos aos modelos do ChatGPT, DeepSeek e Llama 3, este último em instâncias locais. Dessa forma, os agent
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