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Este conteúdo apresenta um resumo da publicação de Agência Brasil - Economia. Para conhecer os detalhes e acompanhar eventuais atualizações, consulte a fonte original.
A trajetória da dívida pública brasileira, que saiu de 71,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022 para cerca de 82,9% do PIB em agosto de 2026, vem sendo apontada pelo mercado financeiro e por economistas considerados “liberais” ou “ortodoxos” como o “maior problema” do próximo governo que colocaria em risco a economia brasileira. Para esta ala, reduzir gastos é o principal caminho para manter o equilíbrio fiscal. De outro lado, há economistas de outras correntes de pensamento, consideradas “heterodoxas” ou “desenvolvimentistas”, que apontam essa proposta do mercado financeiro como prejudicial à população por tirar recursos de áreas fundamentais, como saúde, educação, previdência e assistência social. Notícias relacionadas: CNI reduz previsão de crescimento do PIB para 1,6% em 2026. Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras. TCU aprova cálculo da alíquota de referência da CBS em 11,3%. Para esses especialistas, são os juros altos praticados pelo Banco Central (BC) o principal problema econômico do país que pressiona a dívida pública. Já o BC tem condicionado a redução dos juros a realização de superávits primários pela União, que é quando as receitas

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