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Este conteúdo apresenta um resumo da publicação de Agência Brasil - Economia. Para conhecer os detalhes e acompanhar eventuais atualizações, consulte a fonte original.
Economistas e outros especialistas divulgaram um manifesto, nesta sexta-feira (30), denunciando a pressão do mercado financeiro para que o governo eleito adote um programa de corte de gastos com a finalidade de estabilizar a dívida pública. O texto pede novo regime fiscal no país, menos rígido do que o atual arcabouço, além da mudança na meta de inflação e da tributação dos ricos no lugar de corte em despesas sociais. Notícias relacionadas: Acordo Mercosul-UE eleva exportações brasileiras em 21%. Brasil abre mercado em Bangladesh e Colômbia para pecuária. Desemprego em 5,2% no 3° trimestre é o menor para o período desde 2012. Assinado por 50 profissionais, o documento afirma que a Faria Lima - avenida no centro de São Paulo, sede dos principais bancos de investimentos, corretoras, escritórios, que representa o mercado financeiro do país - quer impor um “terceiro turno” presidencial com objetivo de fazer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotar o programa de corte de despesas que seria defendido pelo candidato derrotado Flávio Bolsonaro. “Em 25 de outubro, a maioria do eleitorado reelegeu Lula e recusou o programa de Flávio Bolsonaro, que prometia cortar R$ 190 bilhões do gasto

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