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Este conteúdo apresenta um resumo da publicação de Canaltech. Para conhecer os detalhes e acompanhar eventuais atualizações, consulte a fonte original.
O seu celular recebe áudios, prints e vídeos "que provam tudo" com mais frequência do que você consegue ouvir. Muitos chegam pelo grupo da família, repassados por alguém que você ama e que acredita estar ajudando. Antes de seguir, uma pergunta. Quando foi a última vez que você mudou de opinião porque leu algo longo, com calma, e não porque um vídeo de trinta segundos te deixou irritado? Se a resposta demorou a vir, você não está sozinho. É justamente nesse espaço, entre o clip e a reflexão, que acontece o que especialistas em defesa chamam de guerra cognitiva. Não vou escolher um lado aqui. Quero fazer outra coisa: dar nome ao fenômeno, mostrar como ele funciona e sugerir um método simples para você não ser um alvo fácil. O que é, afinal, guerra cognitiva O termo parece exagerado, mas não foi inventado por blogueiro. A OTAN tem um programa inteiro sobre o tema e resume assim: o cérebro é ao mesmo tempo o alvo e a arma ( NATO ACT ). Guerra cognitiva inclui propaganda e fake news, mas vai alé
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