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Este conteúdo apresenta um resumo da publicação de Agência Brasil - Saúde. Para conhecer os detalhes e acompanhar eventuais atualizações, consulte a fonte original.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu nesta terça-feira (3) a manutenção da decisão do governo federal que proibiu o funcionamento das empresas que operam sites de apostas online , conhecidas como bets. Durante audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para debater a proibição, o ministro disse que está preocupado com o impacto das apostas no Sistema Único de Saúde (SUS) e com a situação de pessoas que podem tirar a própria vida por estarem endividadas ou se tornarem vítimas da ludopatia (vício em jogos). Notícias relacionadas: Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas. Fux atende AGU e inclui ministérios e Abras em debate sobre bets. "A única e melhor solução para evitar suicídios, evitar pessoas viciadas, violência familiar, é mantermos a proibição das bets", afirmou. Na avaliação do ministro, todos os países que legalizaram as bets registraram piora nos indicadores de saúde ligados ao jogos online . Padilha também disse que o Brasil foi "o primeiro a ter a coragem" de proibir as bets. "Não tem nenhum país que, ao legalizar as bets, reduziu o número de pessoas que procuram o serviço de saúde por conta da ludopatia, redu

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