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Este conteúdo apresenta um resumo da publicação de Canaltech. Para conhecer os detalhes e acompanhar eventuais atualizações, consulte a fonte original.
O ChatGPT tinha uma falha de segurança na versão web do aplicativo, que permitia que invasores acessassem conversas privadas , arquivos enviados e dados das contas dos usuários com um simples clique em um link. A falha, descoberta pela empresa de segurança Parameter, podia ser explorada em apenas 4,5 segundos e não precisava de downloads, comandos ou autorização de aplicativos. Para o ataque funcionar, a vítima precisava estar conectada à plataforma durante a navegação. O ataque começava com o envio de links para conversas públicas do ChatGPT por e-mail, redes sociais ou mensagens privadas. Apesar da aparência inofensiva, os endereços acionavam um código malicioso executado sob o domínio oficial chatgpt.com. Com as mesmas permissões da página, o script conseguia consultar o histórico de conversas, ler mensagens antigas, acessar documentos anexados e modificar configurações da conta em segundo plano. A vulnerabilidade explorava uma falha na biblioteca de código aberto MathLive , usada pelo ChatGPT para mostrar gráficos
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